segunda-feira, 3 de agosto de 2009

ÚNICA FÁBRICA DE VINIL DA AMÉRICA LATINA VOLTA A FUNCIONAR


No Brasil, com o aparecimento do CD nos anos 90, a vida do vinil teve os seus dias contados, sua morte decretada com o MP3 e o seu enterro anunciado com o fechamento em 2007 da única fábrica de vinis da América Latina: a Polysom.
Mas essa morte não foi engolida pelos amantes do formato que continuaram a cultuar – e a consumir – os discos vindos de outros continentes que, ao contrário do Brasil, não pararam a produção.
Uma boa notícia foi anunciada recentemente enchendo os olhos dos fãs do vinil: a DeckDisc, a gravadora que mais lança discos de rock por aqui atualmente, comprou a Polysom e deve iniciar as atividades em setembro. Os selos e bandas independentes enfim vão realizar o sonho de lançar no clássico formato. Porém, os mais céticos olham com desconfiança, pois a fábrica continuará a ser a única na América Latina, e isso, na visão deles, pode fazer com que a empresa estipule o preço que quiser.
Pelo bem e pelo mal, o vinil brasileiro está de volta e para tirar algumas dúvidas sobre esse retorno, conversamos com o produtor e sócio da fábrica, Rafael Ramos, que alerta: “a volta do vinil não tem nada a ver com retrô”.
Clique aqui e leia a entrevista na íntegra!

3 comentários:

URUBLUESBASS disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
URUBLUESBASS disse...

A venda de vinil é uma opção para incrementar as vendas dos fonogramas, buscando os consumidores desta mídia, os quais sabem da excelente qualidade sonora do vinil. Independentemente dos interesses da indústria, uma ótima notícia, vem em boa hora.

turrar disse...

É tentador, é nostálgico, mas acho que mais dia menos dia a coisa pára... se bem que ninguém faz mais as fitinhas né? E o vinil a toda...